Atividades extracurriculares: Qual é o limite?

fevereiro 23, 2016

Atividades extracurriculares: qual é o limite?

Inglês, balé, natação, futebol… É comum que as crianças ocupem a parte do tempo em que não estão na escola com atividades extracurriculares. Além de ser uma forma de elas aprenderem outros conteúdos, que não fazem parte das disciplinas ensinadas na sala de aula, isso também preenche o tempo delas, nos horários em que os pais não podem estar presentes. Na dose certa, elas são positivas e trazem uma série de benefícios, mas o exagero pode causar o efeito contrário e prejudicar o desenvolvimento do seu filho.

O limite, é claro, varia de criança para criança. Algumas têm muita energia e podem ficar bem, mesmo depois de ir ao inglês, fazer natação e jogar futebol; outras sentem exaustão depois de participar de uma aula de balé.

Crianças com menos de 2 anos ainda não precisam de atividades extracurriculares; nessa idade, elas precisam brincar livremente, se desenvolver, explorar o mundo. Dos 3 anos em diante, eles podem manifestar o interesse. Os pais também precisam ficar atentos para perceber do que eles gostam.

Como perceber o exagero
O importante é observar o comportamento da criança e como ela responde aos estímulos. Seu filho vai apresentar certos sintomas quando estiver além de seus limites. Irritabilidade, cansaço, distúrbios do sono… Quanto mais cansados estamos, mais difícil é pegar no sono. Se o seu filho estiver sobrecarregado, pode ser que comece a apresentar dificuldades na escola e também para acordar, e ainda as atividades devem ser prazerosas e não mais uma fonte de obrigação, a ponto de se tornar um peso ou um estresse.

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